"Os bancos das praças estão sempre ocupados por desocupados".
"Os valores morais são os únicos que conservaram os preços de antigamente!"
"Esperanto é a língua universal que não se fala em lugar nenhum do mundo!"
"MÁXIMAS E MÍNIMAS!" Julinho de Marlene
"Os bancos das praças estão sempre ocupados por desocupados".
"Os valores morais são os únicos que conservaram os preços de antigamente!"
"Esperanto é a língua universal que não se fala em lugar nenhum do mundo!"
A Polícia Federal indiciou 40 policiais por participação numa operação que deixou 26 mortos em Varginha (MG), município a cerca de 310 km de Belo Horizonte, em 31 de outubro de 2021. Do total de indiciados, 24 integram o grupo de elite da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e 16 atuam no Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar de Minas Gerais.
O inquérito e laudo da PF que embasaram a decisão têm mais de mil páginas. À época, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) considerou a operação um sucesso contra o crime organizado, mas a reconstituição pericial mostra que algumas vítimas foram mortas desarmadas e outras, deitadas escondidas embaixo de mesas.
Os 40 policiais foram indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, tortura e fraude processual.
A operação teve o objetivo de combater a investida de um grupo de assaltantes de banco. Os criminosos eram de seis unidades da federação (Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Pará, Rondônia e São Paulo), e a maioria com passagens pela polícia.
"O roubo se daria no dia seguinte ao da intervenção policial. Os criminosos, num total de 26, foram mortos nas escaramuças. Nenhum policial se feriu . A ação ocorreu em dois sítios em que os criminosos se dividiram para planejar e executar o crime"
O R7 procurou a PRF para saber sobre os agentes indiciados que trabalham nas respectivas corporações, mas ainda não obteve retorno. A reportagem também tentou contato com a Polícia Militar que atua em Varginha, mas as ligações não foram atendidas.
Fonte: https://noticias.r7.com
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Eu, Epidauro Pamplona, pseudônimo literário e legalizado de Carlos Alberto de Souza, brasileiro, casado, ADVOGADO OAB 69.888-BA, jornalista licenciado tacitamente pelo STF e radialista/comentarista free-lancer, atendendo diversas pessoas do meu cotidiano, resolvi criar este sítio eletrônico dentro dos princípios jornalísticos de entreter, informar e até orientar seus leitores.
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