“PÉROLAS DO SENADINHO”

[“PÉROLAS DO SENADINHO”]

2023: FELIZ ANO NOVO

É O QUE DESEJA O REDATOR DA COLUNA ÀS LEITORAS E LEITORES. FORTE ABRAÇO!

NA AMEAÇADA POSSE DE LULA, “A MONTANHA PARIU UM RATO!”

“Na Roma antiga, usada na arte poética de Horácio, a fábula narra que uma montanha estava prestes a dar à luz e gemia de uma forma horrível causando medo nas pessoas ao seu redor, mas no final ela acaba por parir um simples rato causando risos ao invés de choro e ranger de dentes”. Moral: esta estória foi escrita para todos fanfarrões que após vociferarem ameaças mortais, não fazem nada de especial ou ultrajante.

Assim, metaforicamente, aconteceu na posse do presidente Lula que foi ameaçado de morte e de bombardeio por fanáticos bolsonaristas insatisfeitos com o resultado das urnas. As seguranças preventiva e corretiva em plantões, organizadas estrategicamente, minaram quaisquer tentativas de terrorismo e violação da solenidade que outorgou a faixa presidencial ao presidente eleito, atipicamente colocada por uma mulher do povo, haja vista a “diáspora vergonhosa” do denominado  Messias para os States, procurando salvar a si mesmo, deixando sua militância perdida nitidamente “com cara de veado que viu caxinguelê”.  Que tempos! Que costumes!       

perola 02

“O SOL POR TESTEMUNHA”, A IMAGEM FALA PER SI!

Ainda tremulada pelos ventos ou inerte nas fachadas de edifícios e moradias, a bandeira do Brasil, ultrajada pela apropriação indébita com fins eleitoreiros por energúmenos (fanáticos) partidários do ex-presidente Jair Bolsonaro, assim como camaleão, muda de cor paulatinamente à proporção que o sol escaldante, ironicamente, transforma o verde no vermelho do PT e descolore as cores vivas do símbolo-mor da amada pátria amada tupiniquim, testemunhando simultaneamente a coerência, a obstinação e a luta inglória que teve à frente um capitão desertor ao deixar sua tropa em retirada, voluntariamente ou não, da linha de frente dos quartéis do honrado Braço Forte, Mão Amiga, ou seja, do histórico Exército brasileiro, a instituição, cuja eterna cor verde-oliva permanece inalterável pelas ações bélica e do tempo.

Como a Democracia outorga a alternância nos poderes na República, daqui a quatro anos, quem sabe, o capitão Bolsonaro, sem “o Exército de Brancaleone”, (ver no Google), poderá com sua camarilha partidária disputar novamente e ostentar no seu tórax a faixa que não passou para seu sucessor, alvo do seu racismo, o nordestino nato, Luiz Inácio Lula da Silva. Quem viver verá ou nunca, isto acontecer... 

DA REDAÇÃO