"Os bancos das praças estão sempre ocupados por desocupados".
"Os valores morais são os únicos que conservaram os preços de antigamente!"
"Esperanto é a língua universal que não se fala em lugar nenhum do mundo!"
O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, nesta quarta-feira (22), projeto de lei que libera R$ 300 milhões para o financiamento do auxílio-gás, no valor de R$ 55. O crédito adicional visa mitigar o efeito do preço do gás de cozinha sobre o orçamento das famílias de baixa renda.
O projeto que previa o auxílio, de autoria do Poder Executivo, havia sido aprovado em outubro, mas a liberação de crédito orçamentário para custear o programa só foi aprovada na última sexta-feira (17).
A perspectiva é que o benefício alcance mais de 5 milhões de famílias de baixa renda e que, a partir do próximo exercício, com os recursos recém-aprovados no Orçamento de 2022, seja possível mantê-lo de forma permanente.
De acordo com a Secretaria-Geral, a concessão do crédito adicional permitirá que sejam realizadas despesas não computadas na Lei Orçamentária sem, com isso, afetar o cumprimento do teto de gastos.
Após 25 anos, o músico Caetano Veloso voltou a participar do Roda Viva,programa exibido na TV Cultura. Na noite da última segunda-feira (20), o artista falou sobre política, sexualidade e causou polêmica ao defender o uso do termo “mulato” em seu novo disco, “Meu Coco”.
Com relação às próximas eleições, sem pensar duas vezes, Caetano respondeu: “Eu já estou de Lula, de certa forma, porque as coisas estão assim configuradas”. O cantor ainda completou: “Meu coração está com Lula e com Ciro”.
Logo em seguida, Caetano foi perguntado sobre a opinião dele com relação à operação da Polícia Federal nas casas de Ciro e de seu irmão, Cid Gomes. O artista a classificou como “suspeita”.
Sobre a sua masculinidade, Caetano disse que, nos anos 60, as questões de gênero já eram colocadas em xeque e se comparou à cantora Luísa Sonza. “Na ‘É proibido proibir’, eu dançava com o quadril… parecia com a Luísa Sonza, só que não era loira nem linda”, brincou o cantor.
Ao falar sobre o seu novo disco, “Meu Coco”, Caetano causou polêmica ao defender o uso do termo “mulato”, que tem sido criticado por ativistas raciais nos últimos anos. Em sua fala, Caetano diz não ser obrigado a concordar com tudo.
“Acho que esse movimento (revisionista) é uma movimentação muito útil se o Brasil souber aproveitar e não se deixar dominar por isso. Não vejo qual o problema de mulato. Meu pai era mulato, a pessoa que eu mais adorava e respeitava. Tem gente que dizia que é tirado de mula? Qual o problema? Não tenho nada contra as mulas, mas nem acho que venha das mulas”, diz.
Ele explicou ainda que considera o termo como fruto da miscigenação brasileira. Nas redes sociais, a declaração dividiu opiniões.
Foto: Reprodução TV Cultura
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